quarta-feira, 27 de março de 2013



Ricardo Silva
Ricardo Silva 2º na Madeira
A Casa do Benfica em Aveiro/Lacticoop esteve representada por três atletas no Torneio Internacional “Santana Jovem” disputado em Santana, uma vila localizada a 800 metros de altitude e a 50 quilómetros do Funchal, na Madeira.
Para além da participação de jogadores de Valência  Sevilha, Inglaterra, Algarve e Madeira, competiram neste torneio, os aveirenses Augusto Tavares que disputou, as provas de tipo B para jogadores nacionais), Miguel Almeida e Ricardo Silva, as provas do tipo A destinadas a jogadores nacionais e estrangeiros, de bom nível.
Paralelamente a este torneio, a Associação de Badminton da Madeira levou a efeito um agradável convívio com a participação de três centenas de jovens jogadores de 14 clubes madeirenses que estão a dar as primeiras raquetadas, para que assistissem a jogos de grande qualidade.
Dos jogadores aveirenses, Ricardo Silva foi o que conseguiu a melhor prestação, vencendo atletas de Espanha, Inglaterra, Holanda e Madeira. Na partida que decidiu, o vencedor da prova de Singulares/Sub-15, Ricardo foi derrotado pelo sevilhano Carlos Aragon, numa interessante partida de elevado nível. Enquanto Miguel Almeida, um dos favoritos na prova de Sub-18, apesar de estar a atravessar um bom momento de forma, não conseguiu obter bons resultados por falta de adaptação á altitude.
No entanto juntamente com o seu colega, Ricardo Silva conseguiu um segundo lugar, na prova de Pares Masculinos perdendo na final, com dupla espanhola Carlos Aragon/Javier Torrada por 2-0.
Augusto Tavares ainda numa fase de iniciação, mas a ser preparado para dar o “salto” qualitativo, obteve um importante segundo lugar, na prova de Singulares e um terceiro formando dupla com, Paulo Freitas, do Marítimo do Funchal.
No final da competição, a Câmara Municipal de Santana ofereceu um jantar, a todos os jogadores, treinadores e acompanhantes, bem como um bonito passeio pela Ilha da Madeira, com a duração de oito horas.
Foi curioso observar a beleza paisagística e real vivência dos madeirenses, nomeadamente nas difíceis deslocações pelas sinuosas estradas.
Este torneio foi o último de um circuito criado pelos treinadores de Aveiro, Lagos, Sevilha e Madeira que em termos competitivos e de intercâmbio está a fornecer excelentes resultados, para a melhoria da qualidade do Badminton.

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “Diário de Aveiro”
- Em: 1997


sábado, 23 de março de 2013


NA HORA DO BDMINTON
O Badminton é uma modalidade de cariz popular que no futuro terá grande implantação entre nós

-Afirma FERNANDO GOUVEIA , Coordenador da DGD para o Distrito de Aveiro

Entrevista de Carlos Sárria

A maioria das modalidades desportivas praticadas neste rincão à beira-mar plantado não aglutina o interesse do grande público, pois o nosso público desportivo, mui “sui genéris” possivelmente por notórias deficiências de uma correcta e sã formação sócio desportiva de base, apenas se enfeitiça por um número restrito e por outro lado, ostensivamente da preferência a ser espectador e não praticante.
No número maioritário das modalidades-enteadas nos gostos genéricos, deparamos com o Badminton que até tem nome estrangeiro a fazer espécie, não mete bola e obriga os maduros a entreterem-se, com duas raquetas a “enxotarem” o pássaro, com penas e tudo, objecto primordial do jogo e cuja configuração lhe dá esse retrato.
Precisamente vamos falar hoje de Badminton, numa linha desde sempre seguida pelo nosso jornal, aberto a todas as modalidades.
Quem é quem ou um ecléctico desportista
A oportunidade surgiu recentemente. Espinho uma terra virada para o ecletismo desportivo, onde o Badminton já se jogou e se tem, embora a nível particular e sem a regularidade requerida (infelizmente e dizemo-lo com mágoa de praticante) foi palco de um torneio a nível nacional. Logo aí ficou aprazada a conversa com um elemento responsável da modalidade - Fernando Gouveia - desportista credenciado, a quem o nosso prezado camarada João Sarabando, em 1964 nas colunas deste jornal, quando da sua partida para Angola, dado os maiores elogios.
- Fui desde sempre um desportista praticante e apesar de fazer 30 anos continuo, e espero relativamente ao Badminton andar por cá mais quatro, pois pratico esta modalidade, desde os 10 anos de idade.
Sou natural de Aveiro, tendo estado 7 anos em Angola. Pratiquei também, Andebol, Atletismo, Basquetebol, Ginástica, Ténis de Mesa e Voleibol.
Sou professor na Escola Secundária de Carvalhos / Gaia e na actualidade, no plano desportivo estou como Coordenador de Badminton na Delegação Regional de Aveiro da DGD (Direcção Geral dos Desportos). Actuo junto dos Núcleos para lhes prestar apoio técnico e também aos seus “animadores”.
O Badminton (modalidade universal) em Portugal desde 1950
Apesar desse desconhecimento do público pela modalidade como já aludimos, o Badminton não é na verdade, uma modalidade recém introduzida cá ou de nova vaga, como poderá parecer. Isso mesmo nos explicou o nosso entrevistado:
- O Badminton foi introduzido entre nós em 1050, pelo sr. Henrique Pinto, sócio gerente da Livraria Portugal. Em 1954 seria criada a Federação e a partir daí a modalidade teve o seu desenvolvimento com condicionalismo, porque não tinha apoio financeiro, pois recebia apenas 25 contos anuais para promover, a sua expansão. Daí, a falta de adesão ao Badminton, que erradamente até parecia não existir e ser de facto uma modalidade de elites.
Nada mais errado, ela é vincadamente popular a nível universal, como por exemplo na Suécia que tem enorme implantação, até como modalidade para ocupação utilíssima dos tempos livres, podendo-se dizer que a maior parte dos c cidadãos tem a sua raqueta e semanalmente, sobretudo nos fins-de-semana lhe dedicam grande interesse. De resto na Alemanha, Dinamarca, Ingilaterra, mesmo nos Estados Unidos, Canadá e nos países asiáticos, o Badminton é popularíssimo.
Grande impulso entre nós neste momento 
Ora segundo parece a modalidade, está por assim dizer numa fase de arranque decisivo no nosso país e na zona aveirense, onde Fernando Gouveia predomina e expande o seu entusiasmo para promover o “seu” Badminton. Dessa promoção falou-nos nestes termos:
- Se antigamente havia pouco dinheiro, para a expansão da modalidade hoje numa óptica pessoal e com toda a honestidade, parece-me existir demais. A Federação Portuguesa de Badminton recebe 1.000 contos, mas por ora não temos estruturas nem possibilidades de processar um trabalho que justifique aquela verba.Talvez dentro em breve.
Há 1000 praticantes federados, desde infantis a veteranos enquanto a nível da D.G.D. estamos a fazer a penetração da modalidade em todo o país. Propriamente no meu Distrito, o Badminton já entrou em 36 locais, o que é realmente muito bom. Existem Núcleos e recentemente formaram-se mais 12, pelo que os convívios sucedem-se, em bom ritmo de regularidade, pelo que o nosso interesse incide natural e logicamente, no fomento da modalidade, com crianças dos 8 aos 12 anos, mas isso não quer dizer que não estejamos a lançar gente adulta,  realizando Torneios para não federados.
Aliás, enquanto o nosso interesse, junto das camadas jovens escolares, a Comissão Delegada do Norte, apêndice da FPB cobrirá mais a parte relativa aos clubes, embora se procure activar um trabalho de perfeita coligação entre a DGD e a FPB para render amplos frutos e evitar uma negativa e desaconselhável desincronização.
Modalidade viril e ao alcance da bolsa
Por vezes cria-se a ideia de que esta modalidade pelo facto a benesse do grande público é “para senhoras” ou pouco consentânea com um retrógrado de virilidade do “homem de barba dura”. Em relação ao Badminton (somos testemunha prática). Isso é um erro, mas deixamos ao nosso entrevistado a explicação, como a da ideia de que a modalidade não é proibitiva, sob o aspecto económico, para as bolsas da grande maioria:
- É um erro tremendo essa de pensar que o Badminton, lá por se jogar com “peninhas voadoras” é um desporto macio e efeminado. Ao invés é bastante violento, exigindo grande desgaste físico, constante movimentação, exigindo grande capacidade atlética para suportar, o esforço, o desgaste que ela exige das suas faculdades. Outro erro é o de se pensar que o Badminton é para gente rica. Uma raqueta custa 120/140 escudos e o volante cerca de 16 escudos, portanto nada mais sintomático, para demonstrar que a modalidade está perfeitamente ao alcance de todas as bolsas. Há ideias erradas a ultrapassar e a desmitificar de molde a não travar a extensão de uma modalidade interessante, salutar e popular.
Faltam técnicos recintos livres e horas 
O problema tripartido não é só referente á modalidade hoje aqui aludida, como sabemos. Trata-se efectivamente de uma questão generalizada e muitos outros desportos praticados entre nós mas na emergência queríamos ouvir uma opinião particularizada sobre o Badminton e Fernando Gouveia disse:
- Mentir-se-ia se disséssemos que temos treinadores em número suficiente. Nem de longe!
Valemo-nos de antigos praticantes, dos apaixonados da modalidade, de desportistas e criámos os animadores que não sendo apoiados da melhor maneira e reciclados na altura devida, no futuro hão-de surgir a partir daí e por outras vias, os técnicos precisos, pois a modalidade exige-os. O Badminton necessita por exemplo, de preparação física, fundamental no início de cada época para dar ao praticante "endurance", para aguentar o desgaste grande que a modalidade exige. Valemo-nos da preparação igual ao atletismo, que visa criar estofo físico e elasticidade de movimentação, bastante idênticas para elaborarmos esquemas que são postos em prática, junto dos praticantes.
Na questão de falta de horas e recintos, indubitavelmente que a problemática existe e cria condicionalismos, como para exemplificar, em Aveiro onde o Galitos e os praticantes da Universidade lutam com falta de recintos para se prepararem. Claro, sendo uma modalidade estritamente de salão, só poderá praticar-se ao ar livre em jeito de ocupação de tempos livres, porquanto o vento, mesmo a aragem mais forte prejudica a devolução do “volante” e tecnicamente, por isso não permite a sua prática oficial fora dos recintos fechados.
Técnicos, horas e recintos, faltas comuns, são questões que se terão necessariamente que ultrapassar, a bem do Badminton.
De uma jornada de sensibilização ás queixas quanto á Comunicação Social
Espinho foi recentemente palco de um Torneio de nível nacional da modalidade e pela primeira vez. O facto poderá ter admirado, mas necessariamente deve ter havido razões, que melhor do que ninguém, o nosso interlocutor poderá explicar. Isso e também um certo desencanto que deixou transparecer, no tocante aos órgãos da comunicação. Eis as suas opiniões:
- Viemos a Espinho, cidade que sabemos  declarada e positivamente virada para o desporto, para uma jornada de sensibilização do meio e divulgação da modalidade. Também o fizemos no sentido de premiar os praticantes, não os fazendo jogar sempre nos mesmos locais, invariavelmente os grandes centros urbanos de forma a terem contactos diferentes e sempre úteis. É evidente que o público ainda não adere ao Badminton, mas o interesse é sobretudo de cativar novos praticantes, já que a modalidade precisa muito mais deles do que gente nas bancadas. De resto em Espinho tivemos a satisfação de encontrar muitos jovens, não só a pedirem para jogar demonstrando aptidões. Veja o público, como os Órgãos da Comunicação Social estão na maioria esmagadora virados para modalidades, onde haja bola, golos e “Eusébios”. Surpreende-me que a imprensa escrita, falada e pela imagem, não cubra esta nossa modalidade, visto que de uma informação correcta e regular ela teria muito a beneficiar no aspecto de divulgação e promoção. Quantos torneios efectuamos esta época sem o mínimo apontamento?
E torneios de nível nacional?
Em Leiria tivemos, os Campeonatos Nacionais de 2ªs Categorias, com 117 participantes. Quem falou neles? Por exemplo a televisão transmitiu, os Campeonatos Internacionais de Portugal, os quais como esclarecimento técnico  e espectáculo foram extraordinários e no dia imediato muitos jovens, meus alunos nos Carvalhos, como outros agora iniciados na modalidade me fizeram mil perguntas sobre Badminton, entusiasmados e inclinados a praticá-lo.
Quero aqui, aproveitar para consignar um agradecimento ao seu jornal  pela cobertura dada aos Campeonatos Nacionais de Equipas/2ªs Categorias realizado em Espinho, como esta oportunidade que me permite falar do Badminton e de aspectos que interessa levar ao grande público desportivo,
Grande fé no futuro da modalidade, um elogio e uma critica
Quase seria desnecessário interromper o nosso entrevistado sobre as suas esperanças quanto ao futuro do Badminton , entre nós , de tal maneira ele deixa transparecer o seu entusiasmo pela modalidade. Mas demos-lhe o mote e além dessa resposta obtivemos mais algumas que ficam a encerrar esta entrevista:
- Acredito que o Badminton vencerá no meio desportivo nacional e tornar-se-á um desporto eminentemente popular. Há muito a fazer e é evidente tornar-se fundamental, uma outra educação desportiva de base, outra mentalidade para que a implantação se processe como desejamos.
Tudo isto irá por diante, pois também se está a transmudar a forma de encararmos e aceitarmos o desporto no nosso País. Saliento para já de quanto já lhe disse  e para se ver como estou crente,  na implantação do badminton, que em Aveiro temos, o Galitos, a Universidade e o Clube de Albergaria a pratica-lo e em breve teremos mais quatro clubes. Isto é muito bom. Aproveito para tecer, por ser justo o maior elogio ao trabalho de promoção da modalidade, processado pela professora Albertina Chaves Martins, pois além do mais foi a introdutora do Badminton, a nível escolar no Distrito e através dessa sensibilização sofreu grande impulso. É credora da gratidão de todos que gostam da modalidade.

UM AMPLO PROGRAMA DE ACTIVIDADES
O professor Fernando Gouveia, extra-entrevista fez questão de nos referir em linhas gerais todo o progrsma de divulgação da modalidade, particularmente, no Distrito de Aveiro e ainda na Zona Norte. Eis o que nos disse:
- No último sábado em Aveiro fizemos um convívio para crianças de 14 Núcleos distritais e  próximo fim de semana em Pardelhas / Murtosa vamos realizar um torneio com crianças do Galitos, Clube de Albergaria, do Núcleo de Badminton de Pardelhas. No dia 19 do corrente, em Espinho será palco das eliminatórias do Torneio Aberto, destinado a atletas, não federados e no dia imediato, em Aveiro teremos as finais. No dia 26 teremos o Torneio “1ª Raquetada”, para crianças dos 8 aos 12 anos, envolvendo 14 Núcleos e 80 miúdos e foi disputada em Águeda.
Prosseguiu o nosso interlocutor:
- Haverá depois uma actividade de férias, a realizar nos pavilhões de localidades balneares, como Espinho, Esmoriz, Torreira, Barra etc. para promoção do Badminton, para jovens em período de férias e portanto com tempos livres aproveitando de forma sádia, esperando-se grande adesão e notáveis resultados. Em Novembro haverá um torneio só para “animadores” destinado a actualizarem sobretudo conhecimentos e depois teremos um Curso Técnico, de formação através do qual se garantirão pessoas mais habilitadas, para ensinar a modalidade no futuro. É um curso mais profundo, pois, os anteriores foram só para darem luzes aos animadores aquém de resto se vão ampliando conhecimentos para na devida altura estarem aptos a corresponderem.
Finalizando diria:
- Acabaremos a nossa actividade deste ano em 11 de Dezembro, com torneios por várias localidades destinadas a crianças dos 8 aos 12 anos, portanto ´é nessas idades que mais interessa promover a modalidade visto aí estarmos a lançar as sementes para o seu verdadeiro futuro.

- Publicado por: Jornal “Norte Desportivo”
- Em: 10 de Junho de 1976  

segunda-feira, 18 de março de 2013



De pé: Fernando Gouveia (treinador), Bruno Marques,  José
Santos, Hugo Carvalho, Jorge Pitarma, Miguel Almeida, Ricardo
Silva, Sónia Gouveia e Alexandra Sousa
Em baixo: Marcos Figueiredo, Helder Viegas, Sérgio Roseira, André
Silva e Joana Sousa
Esgueira/Gresso não é só Basquetebol
Pela terceira vez consecutiva a formação de pares masculinos constituída, pelos atletas do Esgueira/Gresso, Miguel Almeida e Ricardo Silva, que alcançaram o primeiro lugar numa competição pontuável para o “Ranking Nacional” que lideram com grande vantagem sobre os segundos classificados.
Com mais de 150 participantes, entre os quais cinco atletas do Esgueira/Gresso e três do Clube de Albergaria disputou-se em Famalicão, o I Torneio da Associação de Badminton do Norte, destinado a Benjamins, Iniciados, Infantis e Veteranos tendo a prestação dos atletas do Distrito de Aveiro sido positiva, pois para além dos indicados vencedores, também Cristina Coutinho, do Clube de Albergaria e Miguel Almeida ao alcançarem o segundo lugar irão, na próxima competição a disputar em Portimão integrar o “Quadro Principal”, constituído pelos oito melhores jogadores, respectivamente nas provas de singulares femininos e singulares masculinos.
Miguel Almeida e Ricardo Silva, ao conseguirem mais uma importante vitória poderão ter sensibilizado ainda mais a população da Freguesia de Esgueira, de que para além do Basquetebol, também já existe outra modalidade com qualidade.

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “O Litoral”
- Em: 1994

quarta-feira, 13 de março de 2013



João Correia
Sete Aveirenses no Tramagal
A Associação Regional de Badminton de Aveiro esteve representada por sete jogadores, nos Campeonatos Abertos do Tramagal, pontuável para os “Rankings Nacionais”, de Juvenis e Juniores.
Áurea Ferreira, Cristina Coutinho e Pedro Lopes (Clube de Albergaria), João Correia (Casa do Benfica em Aveiro), Jorge Monteiro (Casa do Povo de Esgueira), Iolanda Babo e Joana Sousa (Badminton Clube de Aveiro) foram os atletas que participaram na competição, que contou com a presença de 120 atletas, de 28 clubes, das Associações de Aveiro, Algarve, Coimbra, Madeira, Norte, Leiria, Lisboa, Santarém e Setúbal.
Os campeonatos foram marcados pela qualidade pouco aceitável e habitual “maratona” de jogos distribuídos pelos dois dias.
Entre os representantes aveirenses, de salientar a actuação do benfiquista João Correia, mesmo sendo eliminado nas ½ finais do Quadro de Qualificação, Correia alcançou oito pontos continuando a lutar por uma classificação entre os 16 melhores, para poder disputar o Campeonato Nacional, a disputar em Maio em Ponte de Soure. Joana Sousa, que ficou em segundo lugar na prova de singulares manteve a terceira posição no “Ranking Nacional”.

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “Diário de Aveiro”
- Em: 1996

sexta-feira, 8 de março de 2013



Actividade de Badminton no Sporting de Espinho
Desde Agosto 1976 até agora, a Secção de Badminton do Sporting de Espinho interessante vem desenvolvendo interessante actividade, numa modalidade que infelizmente  ainda é vista com pouco interesse, para o que concorrerá a circunstância da imprensa desportiva, não lhe dar a divulgação precisa.
Entretanto será curioso lembrar que o Badminton tem de facto maior popularidade a nível mundial do que o nosso hóquei em patins, já que conta com 48 países filiados, enquanto o hóquei só tem 30.
A jovem Secção de Badminton dos “tigres” tem participado em muitas provas, nomeadamente nos Distritais do Porto, nos quais alguns participantes espinhenses tiveram actuações de destaque como foi o de João Artur e Pinto Leite, ao alcançarem o segundo lugar, na Fase Final de Pares Homens tendo por esse facto passado, a participar nos Campeonatos de 1ªas Categorias.
Em Lisboa participou-se no Torneio Aberto do Liceu Pedro Nunes, competição que a concorrência da fina flor dos praticantes de Badminton, não desmerecendo os atletas espinhenses presentes, os seniores Teresa Leite, Pinto Leite, António Paula e João Artur.

Também a secção organizou várias provas entre as quais sobressaiu, o Torneio Internacional, integrado nas Comemorações do 62º Aniversário do Sporting de Espinho. entretanto a jovem secção é dirigida pelos atletas Teresa leite, Pinto leite, João Artur e António Paula.
Ainda este ano a secção levará a efeito um Torneio de Equipas Masculinas, para atletas de 3ªs Categorias, prova integrada, nas Festa da Cidade de Espinho.

Estão apurados para os Nacionais Individuais, que terão lugar em Aveiro, nos dias 2 e 3 de Abril, os infantis Fernando Pais, João Macedo, Paulo Gomes, o juvenil Carlos Fernandes e os juniores Sérgio Ribeiro e Victor Leite.

A contar para os Distritais de Equipas Mistas, a formação espinhense constituída por Maria de Lurdes, Teresa Leite, António Paula, João Artur e Pinto leite perdeu com a equipa do CDUP e Liceu Alexandre Herculano, pelo mesmo resultado, isto é 5-0.

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “Defesa de Espinho”
- Em: 1978

terça-feira, 5 de março de 2013



Atletas de Espinho em Espanha
Convidados pelo Club Del Mar de Santo Amaro da Corunha, os atletas do Sporting Clube de Espinho, João Artur e Pinto Leite, Campeões Nacionais de 2ªs Categorias participaram no I Torneio Ciudad de La Curuña, que teve a participação de atletas de Portugal, Espanha, França, Dinamarca, Holanda e Inglaterra, que fez deslocar Gillian Gilk, actual Campeã do Mundo de  Singulares Senhoras.
A recepção oferecida pelo Club Del Mar, o convívio entre os atletas, a hospitalidade extraordinária dos habitantes da linda cidade da Corunha e o excelente comportamento dos atletas de Espinho foi de forma a considerarmos esta deslocação de muito positiva.
O clube organizador soube retribuir à delegação espinhense a forma como tinham sido recebidos, quando da realização do II Torneio São Martinho, realizado em Espinho em Novembro de 1977.
Em relação aos jogos dos atletas de Espinho podemos considerar de bastante meritório, apesar da forma físico-técnica estar muito longe do desejado.
No entanto João Artur venceu o espanhol Fernando Delgado, a viver em Inglaterra á vários anos por 2-1 (4-15/15-10/15-11), sendo de seguida eliminado pelo atleta da Dinamarca K. Henrik, por 2-0 (15-6/15-5).
Em Pares Homens, João Artur e Pinto Leite venceram os espanhois Salgado e Cavallito por 2-0 (15-6/15-5) e Boronat e J. Ventura por 2-0 (15-2/15-3), sendo eliminados pelo par formado pelo espanhol Henrique Ruiz, vencedor do I Torneio de São Martinho, em Espinho e pelo francês Jean Baquet por 2-1 (15-1/16-18/15-0).

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “Defesa de Espinho”
- Em: 1977

sexta-feira, 1 de março de 2013



Um grupo de atletas e o treinador
do Sporting Clube de Espinho
III Torneio Clube dos Galitos de Aveiro
Teresa Leite e João Artur triunfaram na prova de Pares Mistos no III Torneio Clube dos Galitos de Aveiro, que teve a participação de cerca de 70 atletas representando 14 clubes de várias zonas de Portugal.
A presença de 8 atletas espinhenses foi bastante positiva, não só pela vitória dos citados com também dos restantes, que não só dignificaram os “Tigres” como também contribuíram para estimular os elementos que compõem a Secção de Badminton do SCE a continuar o trabalho iniciado em Agosto de 1976.
Teresa Leite e João Artur venceram os seguintes adversários:
- Cristina Cardoso/Francisco Santos (Universidade de Aveiro) por 2-0 (15-0/15-0)
- Maria José Araújo/Albertino Araújo (Famalicense) por 2-0 (15.10/15-11)
- Céu Mesquita/J. Figueiredo (Clube de Badminton de Lisboa) por 2-0 (15-9/15-10)
- Maria Eugénia/Celso Baía (Académica de Coimbra) por 2-0 (15-9/15-6)
Na final venceram, Maria Barroso/Rui Leitão (Famalicense/Liceu Alexandre Herculano) por 2-1 (15-10/10-15/15-8)
O par formado por Maria de Lurdes e Pinto Leite tiveram igualmente, actuação brilhante sendo vencidos na meia final

Torneio Costa Verde
Nos dias 25 e 26 de Junho, as Actividades Amadoras do SCE levam a efeito o “Torneio Costa Verde” destinado a atletas seniores de 3ªs Categorias.
Apesar de ser um torneio de final de época deverão inscrever-se bastantes atletas,

- Artigo de: Fernando Gouveia
- Publicado por: Jornal “Defesa de Espinho”
- Em: 1977